O primeiro confronto da história dos 16-avos-de-final da Copa do Mundo colocou frente à frente duas seleções que nunca tinham passado da fase de grupos em sua história: África do Sul e Canadá . Embora os Bafana Bafana tenham mostrado sua escola de pensamento, foram os Canucks que conquistaram a classificação inédita às oitavas de final. Neste domingo (28), a equipe de Jesse March venceu o time de Hugo Broos por 1 a 0, no SoFi Stadium, em Inglewood, nos Estados Unidos. Os sul-africanos até tiveram mais posse de bola e toques envolventes, cujas características ganharam notoriedade com o Mamelodi Sundowns no Mundial de Clubes de 2025.
Só que os canadenses puniram a falta de efetividade adversária com uma bola na rede solitária. África do Sul com a posse de bola e o Canadá com o gol Na busca pela vaga na próxima fase do torneio, África do Sul e Canadá contrastaram nos estilos de jogo. Os Bafana Bafana apostaram em sua filosofia de passes curtos desde a defesa , com paciência para atrair a marcação adversária e, com os espaços gerados, buscar a bola longa para avançar com agilidade. Os Canucks são adeptos da marcação-pressão , com movimentos em alta intensidade para chegar ao último terço em velocidade.
Contudo, no 1º tempo, os anfitriões não conseguiram encaixar sua filosofia, e só conseguiram causar perigo através das jogadas de bola parada . A melhor chance antes do intervalo foi da seleção canadense, com uma finalização à queima-roupa proveniente de escanteio, tirada em cima da linha. Os sul-africanos sofreram com a marcação frouxa de seu lado direito, cujo setor foi o mais explorado pelo rival. Já na etapa final, os Bafana Bafana dominaram a posse de bola , mas sem tanta agressividade quando passava do meio-campo.
Graças às rápidas transições ofensivas , os Canucks conseguiram escapadas para chutar em ótimas condições, porém, o pouco capricho na conclusão cobrou seu preço. Com o passar do tempo e o zero mantido no placar, ambas as equipes demonstraram um nervosismo comum para quem vivia uma situação inédita no Mundial. Como consequência, canadenses e sul-africanos passaram a errar constantemente nos minutos finais, com a bola queimando nos pés. E quando parecia que tudo seria decidido na prorrogação, Eustáquio apareceu.
Após a defesa dos Bafana Bafana, que vinha absoluta até então, afastar um cruzamento, o camisa 7 dos Canucks dominou na intermediária e bateu firme no canto inferior direito, indefensável para o goleiro. Agora, o Canadá espera o vencedor entre Pa&