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‘Fundamental’: Como Ancelotti colocou sua assinatura na classificação da seleção brasileira

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‘Fundamental’: Como Ancelotti colocou sua assinatura na classificação da seleção brasileira
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Uma seleção brasileira cascuda saiu com enorme vitória sobre o Japão nesta segunda-feira (29). A virada mais tarde em um mata-mata na história das Copas do Mundo desde 1966 veio com a assinatura de Carlo Ancelotti em algo além da substituição de Gabriel Martinelli , autor do gol salvador no minuto 50 do segundo tempo. Após um primeiro tempo que até iniciou promissor, mas se perdeu conforme o Brasil ia se frustrando com as linhas baixas dos japoneses e o gol de Kaishu Sano, o técnico italiano só substituiu Lucas Paquetá, por lesão, e colocou Endrick no intervalo. As maiores mudanças foram táticas para que sua equipe conseguisse a virada na etapa final.

E conseguiu. Copa do Mundo 2026      Quem o Brasil pode enfrentar no mata-mata? Read → Seleção brasileira ocupou a área após dificuldade com defesa japonesa O 5-4-1 da seleção do Japão sem bola, absolutamente compacto, sem espaço para Matheus Cunha e Bruno Guimarães flutuarem entre zagueiros e volantes, tornou a tarefa muito complexa para o Brasil tentar infiltrar na defesa. Vinicius Júnior, como atacante por dentro, basicamente não foi acionado porque não tinha espaço nas costas da zaga asiática.

A Seleção veio para a partida com um plano esperando mais espaço e acabou sendo “surpreendida” pelo adversário estar tão recuado, como contou Ancelotti em entrevista coletiva. — A primeira parte era tentar ter superioridade no meio-campo com os quatro, buscar jogo entre linhas, infiltrar passes para os atacantes. Não saiu porque estavam muito fechados no campo — disse. Carletto, então, ajustou. Vini Jr passou a ocupar mais a ponta — que antes ficava com Douglas Santos — e encontrar espaços para duelos mano a mano.

Por lá, o camisa 7 quase fez o gol mais bonito da Copa, além de ter tocado para trás para o cruzamento de Gabriel Magalhães que culminou no gol de Casemiro de cabeça, na segunda trave. Inclusive, o técnico ter optado por manter o autor do gol do empate, amarelado e após um péssimo primeiro tempo, foi algo que chamou atenção e, no fim, deu certo. Bruno Guimarães revelou o pedido do italiano a partir do intervalo de ocupar mais a área para efetuar cruzamentos, justamente o caminho que surgiu o empate e no qual Casemiro é muito forte — pode ser uma razão para ele ter continuado em campo e ter colocado Endrick.

O Brasil poderia ter virado já com essa arma, pois o próprio Guimarães, de cabeça, exigiu defesaça de Zion Suzuki. — A gente sabia que no primeiro tempo

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