Marrocos estudará com atenção a vitória dos Países Baixos sobre a Tunísia por 3 a 1 antes do duelo de 16 avos de final da Copa do Mundo 2026, marcada para segunda-feira (29), às 22h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas. E a análise pode ser mais útil do que o placar sugere. Ronald Koeman escalou praticamente seu time titular na última quinta-feira (25), com a única mudança forçada sendo Nathan Aké no lugar de Micky van de Ven. Com um gol contra tunisiano em três minutos, os neerlandeses nunca precisaram mostrar seu potencial total. Mas o jogo revelou padrões específicos em bolas paradas e nas transições que o técnico marroquino Mohamed Ouahbi certamente vai observar.
Países Baixos x Marrocos: As ameaças Dois dos três gols dos Países Baixos contra a Tunísia vieram de bolas paradas: uma falta e um escanteio. Para Marrocos, isso é ao mesmo tempo um alerta e uma oportunidade. O alerta é evidente: os holandeses são perigosos em situações ensaiadas. A autoridade física de Van Dijk, a capacidade de Van Hecke de chegar de zonas intermediárias e as cobranças de Dumfries pela direita tornam o jogo aéreo ofensivo dos Países Baixos um dos mais perigosos do torneio.
A oportunidade é igualmente específica. No gol de Hazem Mastouri pela Tunísia, dois erros foram identificados: Tijjani Reijnders não marcou o corredor do adversário no escanteio, e o próprio Van Hecke falhou na disputa no primeiro poste. Nenhum dos dois deve se repetir num jogo de mata-mata, mas confirmam que Marrocos merece insistir nessa zona com Achraf Hakim