Parecia pouco provável que Lionel Messi , aos 39 anos, mostrasse sua versão mais decisiva em uma Copa do Mundo . Mas o maior craque deste século nunca foi de seguir prognósticos. A Argentina , que disputa mais uma final neste domingo (19), só chegou a esse posto graças a seu camisa 10, que está exibindo em alguns momentos uma versão parecida com seus tempos áureos de Barcelona. Ao longo da trajetória da seleção albiceleste na competição, o “ET” atingiu o maior número de gols (oito), assistências (quatro) e participações (12) em uma só edição .
Em todas essas estatísticas, é o líder da história do Mundial. Os números só contam uma parte do que é assisti-lo. Antes do torneio, havia dúvidas se o jogador conseguiria competir fisicamente contra os melhores do mundo. Afinal, ele está no futebol dos Estados Unidos, menos competitivo que outros centros, desde 2023, além do fator idade.
Seu maior rival da carreira, Cristiano Ronaldo, sentiu esse aspecto . Messi, não. Claro que o craque não vai sair driblando três, quatro ou até cinco adversários antes de um gol, como era antes. Precisa de menos toques para ser participativo como nunca antes em uma Copa.
A maior parte do tempo, anda em campo . Vê o jogo meio que de seu próprio universo, buscando espaços. E, muitas vezes, para fugir de setores congestionados, vira basicamente um ponta direita, o que fez em boa parte da carreira. Etiquetas Lionel Messi Seleção argentina Carlos Vinicius Amorim "> Carlos Vinicius Amorim 19/07/2026 - 10:00 5 minutos de leitura