O Brasil perdeu para a Noruega neste domingo (5), por 2 a 1, em um jogo que cravou a pior campanha da Seleção na Copa do Mundo desde 1990 na pior partida da era Carlo Ancelotti.
Gabriel Martinelli foi o substituto de Lucas Paquetá e Carlo Ancelotti manteve seu 4-3-3 que vinha se consolidando no Mundial desde a segunda rodada, contra o Haiti.
Mas o mais relevante mudou: uma postura passiva defensivamente e excessivamente acelerada para atacar.
A seleção brasileira foi de um jogo de 68% de posse de bola diante do Japão para um primeiro tempo de apenas 35% de posse contra a Noruega.
Passou diversas sequências de ataque norueguês defendendo baixo.
Isso transformou o jogo em um duelo ruim de modo geral, até mesmo para os neutros.
A equipe de Stale Solbakken é forte em transições e em campo aberto, mas pobre de ideias para entrar na área adversária com longas sequências de trocas de passes.
E a primeira etapa acabou com o time menos habilidosos com mais tempo de bola.
O Brasil voltou a lembrar os primeiros momentos de Carlo Ancelotti à frente da equipe: um time acelerado, que buscava transições de forma incessante e não queria o jogo pausado para construir suas chances.