O caso envolvendo Thomas Partey expôs as diferenças nas políticas migratórias dos países-sede da Copa do Mundo de 2026. Barrado inicialmente no Canadá, o volante de Gana foi liberado para atuar nos Estados Unidos dias depois, evidenciando como legislações nacionais e questões políticas podem impactar diretamente a participação de atletas no torneio.
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