Derrotado pela segunda vez em dois jogos, desta vez pela Noruega por 3 a 2 , o Senegal se encontra à beira da eliminação na Copa do Mundo 2026. Uma situação impensável para uma seleção que chegou ao torneio com grandes ambições. Campeão africano destituído no tapetão após ter erguido a Copa Africana de Nações em campo, em 18 de janeiro deste ano em Rabat, o Senegal queria aproveitar a Copa do Mundo para demonstrar que era o campeão legítimo. Por enquanto, essa missão está mais do que comprometida.
Depois de perder para a França por 3 a 1 , os Leões voltaram a cair diante da Noruega e agora dependem de uma hipotética vaga entre os melhores terceiros colocados, sem controle sobre o próprio destino, antes do último jogo, contra o Iraque na sexta-feira. O resultado em si já representa uma grande decepção: em um formato tradicional, sem a ampliação para 48 seleções, o Senegal já estaria eliminado. Um paradoxo cruel para uma equipe que veio com tantas pretensões. A situação é agravada pela forma apagada com que disputou os dois jogos e pelos seis gols sofridos.
Quatro fatores contribuíram para essa queda. Erros técnicos prejudiciais No primeiro tempo contra a França, o Senegal chegou a incomodar os adversários, mas sem conseguir converter as oportunidades que criou. Contra a Noruega, o cenário foi parecido. Entre a defesa reflexa de Edouard Mendy em cabeçada de Ajer logo no início e o gol de Pedersen antes do intervalo, o momentum pertenceu inteiramente ao Senegal.
Os Leões acumularam interceptações no meio-campo e se lançaram em transições rápidas, mas foram descuidados demais nas escolhas no terço final, esbarrando no bloqueio norueguês sem criar chances reais durante seu melhor momento. E acabaram sendo castigados. Exatamente como contra os franceses. - - ↓ Continua após o recado ↓ - - Erros individuais grosseiros Na defesa, foram os erros individuais que afundaram o Senegal. Já envolvido nos gols sofridos contra a França, Kalidou Koulibaly acelerou a queda dos seus com uma reposição desastrosa que serviu de presente para Pedersen na abertura do placar.
O capitão também esteve implicado nos outros dois gols, chegando atrasado nos desarmes. Edouard Mendy, herói do Senegal no primeiro tempo, também quase cometeu o irreparável ao perder a bola para Haaland dentro da área, sendo salvo apenas pela trave. Outro jogador experiente, Gana Gueye, perdeu a posse na jogada que originou o gol do 2×0. A imobilidade de Pape Thiaw Com mudanças no onze amplamente esperadas, o técnico Pape Thiaw sur