Carlo Ancelotti escuta, diariamente, dois clamores populares na seleção brasileira : Um por Neymar , que voltou a jogar depois de 981 dias, e outro por Endrick , atacante do Real Madrid e que ganhou status de “queridinho” entre os torcedores — mesmo sem ter sido titular nesta Copa do Mundo até agora. Depois de três vitórias e classificado em primeiro para o mata-mata , o treinador continua recebendo sugestões sobre a escalação ideal, por parte da torcida e até de ídolos da Seleção. Simulador Copa do Mundo 2026: Veja possível chaveamento do mata-mata Leia → É o caso de Antônio Careca, um dos maiores camisas 9 que defenderam o Brasil em Copas.
Ele soma sete gols no torneio, tendo disputado as edições de 1986 e 1990. Na visão do ex-jogador, que soma passagens e idolatria por Guarani, São Paulo e Napoli, Endrick pode ser peça fundamental para o sucesso da seleção brasileira nesta Copa . — Ele é incrivelmente talentoso e pode se tornar um campeão. Gosto muito dele e espero que ele tenha a oportunidade de jogar durante a competição. Com o seu jogo, ele pode realmente ajudar o Brasil a chegar à final da Copa do Mundo — destacou, em entrevista ao italiano “Tutto Sport”.
Endrick ganhou oportunidades, vindo do banco de reservas, nas duas últimas partidas do Brasil — vitórias por 3 a 0 sobre Haiti e Escócia — e atuou em funções diferentes. Contra os haitianos, entrou no lugar de Matheus Cunha, como centroavante; já nesta quarta-feira (24), pela última rodada do grupo, substituiu Rayan na direita, em função que executou nos últimos meses pelo Lyon. Ancelotti tem pregado cautela para colocar o jovem atacante em campo. Desde que foi convocado pela primeira vez, ainda em 2023, por Fernando Diniz, Endrick disputou 19 partidas , soma quatro gols e uma assistência.
Antes da Copa do Mundo, também marcou no amistoso contra o Egito, em maio. Careca relembra eliminações traumáticas do Brasil em Copas do Mundo Careca soma eliminações traumáticas em suas passagens por Copas do Mundo. Em 1990, a seleção brasileira caiu diante da Argentina nas oitavas de final, com gol marcado por Claudio Caniggia na derrota por 1 a 0; já em 1986, a seleção perdeu nos pênaltis para a França, nas quartas de final. Fora dos gramados, Careca é enfático: quer uma revanche com a seleção francesa .
Na história, Brasil e França se enfrentaram quatro vezes em Copas do Mundo, mas a Seleção só levou a melhor na semifinal de 1958, com as estreias de Pelé e Garrincha em Mundiais; desde então, são duas elimi