O Wolverhampton começou a temporada 2026/27 com uma vitória e uma imagem que resume bem o momento de André no clube. Na estreia oficial, pela primeira fase da Copa da Liga Inglesa , os Wolves derrotaram o Port Vale por 3 a 0, no Molineux, em uma partida que marcou o primeiro passo da equipe após o rebaixamento para a Championship . Entre os destaques da noite esteve o volante brasileiro, autor do segundo gol do time em uma cabeçada e alvo de muitos elogios dos torcedores nas redes sociais. Mais do que o tento, a atuação reforçou uma narrativa que ganhou força durante a preparação para a nova temporada: André se tornou um dos símbolos do processo de reconstrução do Wolverhampton.
Comentários como “maravilhosamente combativo”, “André MVP”, “destaque da noite” e “desempenho impressionante” mostraram a percepção da torcida sobre um jogador que, mesmo diante de um cenário adverso, decidiu continuar no clube. A permanência, aliás, foi uma das principais histórias do Wolves antes do início da temporada. Após uma campanha negativa na Premier League e da queda para a segunda divisão inglesa, era natural que André fosse apontado como um dos jogadores com maior possibilidade de saída. Contratado por 22 milhões de euros junto ao Fluminense em 2024, o volante despertava interesse no mercado.
O caminho mais esperado era uma transferência. Mas o cenário mudou a partir do momento em que Wolverhampton e o jogador entenderam que a continuidade seria importante para os dois lados. André virou prioridade no planejamento do Wolverhampton A decisão do Wolves de manter André não aconteceu apenas por uma questão de identificação ou confiança no futebol do brasileiro. Segundo apuração da Trivela , o clube enxerga o volante como peça fundamental para a tentativa de retorno à Premier League e tratou sua permanência como uma prioridade no planejamento da Championship.
Durante a última temporada, André formou boa dupla no meio-campo ao lado de João Gomes , que acabou negociado com o Aston Villa . A saída do ex-jogador do Flamengo era considerada mais provável pelo clube, principalmente pelo potencial de mercado e pelo retorno financeiro que poderia gerar. Já André era visto internamente como um jogador necessário para liderar a equipe em um momento de reconstrução. Esse entendimento ficou claro com a renovação de contrato assinada no fim de maio.
O novo vínculo, válido até 2030, representou uma valorização para o brasileiro e também uma demonstração de confiança do Wolverhampton. Em u