Copa do Mundo 2026 Quem o Brasil pode enfrentar no mata-mata? Read → — 99% dos treinadores iriam tirar Casemiro no intervalo. Custei a acreditar quando vi Casemiro voltando pro segundo tempo. Quem estava com a razão?
Carlo Ancelotti. As vezes a coisa certa a fazer é nada — começou por dizer. Abordando um contexto geral, Allan Simon questionou se Carlo Ancelotti teve mais “sorte ou juízo” com as mudanças propostas, principalmente na escolha por Gabriel Martinelli, surpreendendo não só pela substituição, mas também pela função que indicou ao atacante do Arsenal . Tim Vickery voltou a reconhecer o treinador da Seleção. — Eu estava pensando que aquele jogo era pro Igor Thiago.
Porque a defesa japonesa estava permitindo muitos cruzamentos. O Rayan conseguiu muitos cruzamentos e a defesa foi muito mal contra o Rayan. Porque se sabe pra onde ele vai. Ele vai pra dentro e cruza na segunda trave.
Então, eu pensei que, como o Japão estava permitindo esses cruzamentos, vamos com Igor Thiago. Ao invés disso, ele vai com Martinelli, que ninguém previa e ele ganha o jogo assim. Isso não é sorte, isso é juízo — enfatizou. Projeção para o restante da Copa do Mundo A virada contra o Japão fugiu do campo da análise fria e crua, para tratar também de contexto e a sanidade mesmo em desvantagem.
Inclusive, este é o segundo confronto em que a seleção brasileira sai atrás no placar neste Mundial e o próprio Tim Vickery entende que este tipo de teste traz “casca” ao time e prepara para cenários mais desafiadores durante o mata-mata. — Eu sempre acho que o grande teste de um time é quando está perdendo e o Brasil, de certa maneira, passou por esse teste duas vezes. Não sofreu no segundo tempo contra o Marrocos e também não sofreu contra o Japão depois de estar perdendo. Isso é um sinal muito bom — relembrou. Mesmo com tantos pontos positivos a partir da classificação, a ausência de Neymar no jogo não poderia deixar de ser tema.
Mesmo com Carlo Ancelotti afirmando que utilizaria o camisa 10 na prorrogação, a leitura de Vickery é de que o jogador do Santos ainda não inspira confiança pelo aspecto físico e deverá se resumir a ser decisivo em bolas paradas. — Isso mostra as deficiências físicas, neste momento, de Neymar. Isso ficou evidente no jogo contra a Escócia. A não ser que exista uma melhoria sensacional no curto tempo, a participação do Neymar para fazer diferença é na bola parada. Em jogo comp