Apontada como uma das favoritas ao título antes da Copa do Mundo , Portugal foi uma das seleções que mais decepcionaram na primeira rodada. Mostrou pouco repertório para furar o bloqueio da República Democrática do Congo e ficou no 1 a 1 em atuação apagada de Cristiano Ronaldo , Bruno Fernandes e outros bons jogadores. A pressão nos lusitanos está enorme, ainda mais com um exemplo conturbado por uma ida à praia do elenco durante a preparação e as críticas a CR7 inflamando as redes sociais. A segunda rodada, contra o Uzbequistão nesta terça-feira (23), ganha contornos de decisão.
A seleção portuguesa de Roberto Martínez precisa, além de vencer, apresentar um bom futebol. A questão é que o adversário do outro lado promete impor uma dificuldade parecida à da estreia aos europeus. ❌ CR7 começa Mundial sem gol e sem vitória Portugal tropeça na RD Congo e mostra por que favoritismo na Copa (ainda) não é realidade https://t.co/2Gy1sjbvbn — Trivela na Copa! 🏆🇧🇷 (@trivela) June 17, 2026 Uzbequistão deve montar retranca à la RD Congo contra Portugal Enquanto Portugal sofreu para a RD Congo, os uzbeques perderam para a Colômbia, 3 a 1 , em dois tempos muito distintos. A primeira etapa foi toda dos Cafeteros, que dominaram completamente a posse de bola contra um adversário que basicamente abdicou de atacar para apenas se defender.
Sob o comando do italiano Fábio Cannavaro, o Uzbequistão montou uma quase intransponível linha de cinco zagueiros, somando a quatro meio-campistas e apenas um atacante. Foi assim que, por mais de meia hora, não permitiu nenhuma finalização colombiana na área. A formação foi decisiva para isolar o centroavante Luis Suárez, que acabou o jogo sem finalizações e com apenas 20 ações com bola. A Colômbia, passiva na posse de bola para movimentações e infiltrações na defesa asiática, foi uma presa fácil até a parada para hidratação.
Depois disso, passou a ser mais agressiva, com ataques nas costas dos defensores, e assim conseguiu uma bola na trave e abriu o placar ainda no primeiro tempo. A estrutura uzbeque é parecida com o 5-3-2 dos congoleses, que anulou Portugal e justamente isolou Cristiano Ronaldo. A diferença, porém, foi que os africanos foram regulares defendendo o centro do campo por 90 minutos. Os uzbeques, por outro lado, deram mais espaços e permitiram 15 finalizações dos sul-americanos — a seleção lusa só chutou sete vezes.
Claro que o contexto da segunda partida é diferente. O Uzbequistão, tendo perdido a prim