A prévia da decisão da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina tem sido pautada além de aspectos técnicos e táticos. Em especial na mídia espanhola, fala-se se o aspecto físico do jogo sul-americano, como foi visto na semifinal contra a Inglaterra , será novamente uma tática na final.
Em entrevistas antes da partida, o técnico Luis de la Fuente e o zagueiro titular Aymeric Laporte abordaram o assunto. O primeiro tempo entre ingleses e argentinos terminou com 19 faltas, muitas divididas e discussões . Só Lisandro Martínez foi amarelado ao matar um ataque no meio-campo, enquanto Enzo Fernández poderia ter sido ao menos advertido por uma entrada com o cotovelo logo nos primeiros minutos.
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Ao jornal “Sport”, o comandante da seleção espanhola jogou a responsabilidade para a arbitragem do esloveno Slavko Vincic ao ser questionado se teme que o jogo contra a Albiceleste vá para um lado mais violento, de entradas fortes e catimbado.
“Aí há muito a dizer sobre a atuação do árbitro”, iniciou. — O árbitro não pode agir com permissividade e permitir que se exceda o regulamento e que se ultrapassem esses limites da legalidade. Então, eu tenho confiança cega nos árbitros, mas também tenho confiança cega de que nós sabemos claramente que tipo de partida temos que fazer — disse.
Para De la Fuente, uma partida com muitas disputas físicas e de provocações não extrai o melhor da Espanha, um time de muita posse de bola e trocas de passes para buscar o gol.
— Nós, em determinados cenários, não nos sentimos confortáveis . Sentimo-nos confortáveis no cenário que vamos construir, não no que os outros vão querer nos impor —