A eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo passou diretamente por Erling Haaland, que marcou os dois gols da Noruega. Antes mesmo do início do torneio da América do Norte, o centroavante foi usado como promessa de campanha nas eleições do Real Madrid. E seu pai, Alf-Inge, reviveu a polêmica.
Em entrevista à “DAZN” antes da decisão do Mundial, o ex-volante de 53 anos foi perguntado sobre a possibilidade de Haaland se juntar aos Merengues. Alf-Inge deixou claro que o filho está “feliz” no Manchester City, com quem tem contrato até junho de 2034.
Ao mesmo tempo, reconheceu que uma transferência para o Santiago Bernabéu é uma aspiração de todos os atletas. O posicionamento do pai do atacante de 25 anos vai de encontro às falas de Enrique Riquelme, candidato à presidência do Real Madrid.
No dia 3 junho de junho, o opositor de Florentino Pérez havia garantido que, caso fosse eleito, contrataria Erling Haaland para os Merengues. Ele perdeu as eleições. Haaland, a promessa eleitoral do Real Madrid
Tudo começou com uma entrevista de Riquelme ao programa “El Hormiguero”, onde anunciou, sem provas, que havia chegado a um acerto com o centroavante dos Citizens caso vencesse o pleito do Real Madrid. Na ocasião, o empresário do setor de energias renováveis entregou uma camisa dos Merengues personalizada com o nome de Haaland e o número 9.
— Haaland tem uma cláusula de rescisão e quer se juntar ao Real Madrid — declarou Enrique Riquelme, que ainda prometeu que, caso o norueguês não aparecesse em sua posse, pagaria a taxa de adesão de todos os 100 mil sócios do clube na próxima temporada.
Tanto o staff do centroavante, quanto o Manchester City, foram a público desmentir as alegações do candidato. A declaração de Enrique Riquelme foi vista como uma tentativa de conquistar votos dos torcedores.