A final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina neste domingo (19) será apenas o segundo capítulo entre os dois países na competição. A outra vez que ocorreu foi há 60 anos: em 13 de julho de 1966, no Mundial da Inglaterra, o lado sul-americano saiu feliz e ajudou a acabar com a primeira grande geração espanhola.
Na ocasião, na abertura do grupo 2 daquela Copa, a Fúria chegava com uma escalação estrelada com os históricos Paco Gento, Iribar, Amancio Amaro, Marcelino Martínez e Luis Suárez, sob o comando do supervencedor José Villalonga. A Argentina, desacreditada e pouco consistente até o Mundial, saiu vencedora por 2 a 1 no Villa Park, em Birmingham.
Relembre a história do único duelo entre argentinos e espanhóis em Copas do Mundo.
— Não me interessa saber o que vai acontecer depois, quero prolongar a glória desses inesquecíveis 90 minutos, continuar saboreando o enorme prazer que pude comprovar, que tive apertado entre as mãos. 90 minutos que entraram pelos meus olhos, pelos meus sentidos, pela minha mente — escreveu.
— Uma equipe não é equipe apenas porque dispõe de um bom futebol. É equipe quando entra em campo por alguma coisa, quando é movida por um impulso espiritual que a obriga a brigar, a lutar, a sentir-se profundamente unida por um sentimento comum a todos os seus homens. Quando ninguém se sente inferior a ninguém. Quando ninguém se sente menos forte do que ninguém. Menos capaz do que ninguém. Foi isso que a Argentina fez — finalizou.
— Continua após o recado —
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