A Argentina disputará a final da Copa do Mundo neste domingo (19), contra a Espanha, após uma trajetória marcada por confrontos intensos e com partidas decididas nos minutos finais, especialmente contra as equipes consideradas “azaronas”.
Desde a fase de grupos, a Albiceleste enfrentou Argélia, Áustria e Jordânia pela fase de grupos. Em seguida, no mata-mata, precisou se recuperar para buscar o resultado e conseguir uma virada diante da seleção de Cabo Verde, Egito e Suíça, além da Inglaterra na semifinal.
Questionado se a Argentina foi favorecida no Mundial devido ao seu confronto com equipes de menor tradição na competição, Dibu Martínez defendeu que a caminhada da equipe nacional foi determinada pelos resultados dentro de campo.
— As pessoas dão opiniões relativas sobre os rivais, mas não somos nós que os colocamos lá ou que os decidimos. Íamos enfrentar Portugal nas quartas de final, mas a Colômbia dominou o jogo contra Portugal e a Suíça ganhou da Colômbia, então tivemos de jogar contra eles. Contra a Suíça, tivemos um jogo difícil — afirmou em coletiva de imprensa.
Calor e capacidade de vencer adversidade na final
O goleiro destacou ainda a capacidade de adaptação da equipe comandada por Lionel Scaloni com relação às diferentes temperaturas enfrentadas nas cidades em que atuaram ao longo do torneio.
— No domingo, será uma final com muito calor, temos de adaptar-nos a essa situação, jogar e ganhar. Penso que não há outra seleção que se adapte às situações como a nossa — comentou.
Para Dibu, independente do clima, a seleção precisa ter plena concentração para superar os adversários e conquistar o título.