Tudo jogava contra a Inglaterra neste domingo (5) nas oitavas de final da Copa do Mundo . No lendário Estádio Azteca, os comandados de Thomas Tuchel precisaram superar a euforia dos donos da casa, no último jogo da Tri em casa, para derrotar o México por 3 a 2 e assegurar a vaga à próxima fase. O brilho dos protagonistas pavimentou o caminho da classificação da campeã mundial de 1966. Harry Kane , de pênalti, e Jude Bellingham (duas vezes) marcaram os gols da vitória da Inglaterra, mesmo em momentos no qual o México tinha o controle da partida.
Julián Quiñones e Raúl Jimenez diminuíram o placar no Azteca, mas não foram suficientes para reverter o placar para os donos da casa. Copa do Mundo 2026 Simulador da Copa do Mundo: Veja possível chaveamento Leia→ Tuchel promoveu, novamente, mudanças no ataque para a partida. Anthony Gordon e Bukayo Saka iniciaram no time titular, e tiveram participação direta nos gols da Inglaterra. Ainda existe uma dependência sobre as estrelas da equipe , mas o desempenho na Cidade do México mostra que a seleção inglesa segue em evolução em busca do segundo título mundial.
México 2 x 3 Inglaterra: Como foi o jogo México iniciou o duelo no Azteca impulsionado por sua torcida. Com a vantagem de disputar todas as partidas em seus domínios, a Tri fez valer a força do estádio para criar oportunidades sobre a Inglaterra ainda no primeiro tempo. Jordan Pickford precisou fazer boas intervenções — especialmente no peixinho de Raúl Jimenez no início da primeira etapa. Até a primeira pausa para a hidratação, somente o México havia finalizado.
Gareth Southgate voltou a mexer no time titular, mantendo apenas Jude Bellingham e Harry Kane em comparação com a vitória sobre a República Democrática do Congo. Anthony Gordon e Bukayo Saka substituíram Marcus Rashford e Madueke no ataque. Depois da hidratação no estádio, foi o novo atacante do Barcelona responsável pelas jogadas mais perigosas da Inglaterra. Mas em linhas gerais, o duelo se mostrou muito físico, dos dois lados da bola.
A Inglaterra, na maior parte do tempo, se viu pressionada em seu próprio campo, acuada pela velocidade dos laterais mexicanos, e com Kane, principal arma de Tuchel, com dificuldades para encontrar espaços no meio-campo e ataque. Tudo mudou a partir do brilho de outro protagonista. Bellingham repetiu uma de suas principais qualidades na Inglaterra: as infiltrações na área, em velocidade, para vencer a defesa mexicana. Aos 36 minutos, surgiu por trás de Kane, sem marcação, para aproveitar o cruzamento de Saka, de peixinho — repetindo a