A seleção brasileira acumulou falhas para ser eliminada pela Noruega na sexta edição seguida caindo no mata-mata da Copa do Mundo , a primeira nas oitavas de final desde 1990. Erling Haaland , o carrasco do dia, marcou duas vezes. Neymar, de pênalti, descontou no último minuto. Foi uma atuação muito negativa do Brasil, em especial no segundo tempo.
Os europeus dominaram as ações ofensivas com a bola, tiveram tempo para pensar com a bola no pé e, assim, sofreram os dois gols. A Trivela lista os maiores erros da Seleção em outro triste capítulo da história do futebol brasileiro. Quem saiu em baixa e em alta na Seleção após a Copa do Mundo? Leia → Os 34% de posse de bola contra a Noruega foram o menor índice em um jogo da seleção brasileira em Copas do Mundo, segundo o “Opta”, que levanta dados de todas as edições desde 1966. - - ↓ Continua após o recado ↓ - - Entrada de Neymar não deveria ter acontecido É natural que, tendo no banco o maior craque revelado pelo Brasil desde 2010, haja uma pressão para colocá-lo no jogo.
Neymar entrou na partida aos 22 minutos da etapa final, mas isso não deveria ter acontecido. E não só pelo camisa 10 estar sem ritmo de jogo, em uma rotação física abaixo dos colegas e adversários, mas principalmente pela questão tática. Com Ney em campo, Endrick precisou sair da posição de camisa 9, que havia conseguido se colocar em condições na melhor chance brasileira na etapa final até o pênalti, e recompor pela direita. O jovem ex-Palmeiras definitivamente não é conhecido por ser um grande marcador pelo lado do campo.
Foi dele o bote errado em Schjelderup antes do ponta cruzar com muito espaço de Danilo na marcação e Haaland marcar. Bruno Guimarães não poderia ter batido o pênalti O dia a dia dos treinos é algo que a imprensa não tem acesso, o que não dá o contexto ideal para analisar situações de jogo. Aparentemente, foi isso que justificou que Bruno Guimarães batesse a penalidade desperdiçada na partida, à frente de Vinicius Júnior, um jogador que é acostumado com isso no Real Madrid. — Fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor na seleção era Raphinha.
Naquele momento no campo, o melhor a bater o pênalti era Neymar, depois Igor Thiago, Raphinha, Bruno Guimarães e Martinelli. Escolhemos Bruno porque pensamos que era o melhor no campo — explicou Ancelotti. O meia do Newcastle só bateu três pênaltis com bola rolando no futebol europeu. Acertou os três, sendo dois em 2026, qu