Sem Raphinha , sem problemas. Depois de ser titular nos dois primeiros jogos da seleção brasileira nesta Copa do Mundo , o camisa 11 foi ausência contra a Escócia, em vitória por 3 a 0, e continua fora do time nesta segunda-feira (29) nos 16-avos de final diante do Japão. Com uma lesão muscular na coxa pela quarta vez nesta temporada, ele pode retornar a partir de uma eventual oitavas de final. Mesmo assim, Carlo Ancelotti encontrou seu substituto em Rayan.
E em um retorno do titular na posição na ponta-direita, a tendência é que o treinador tenha dúvidas de qual seria a melhor opção para os 11 iniciais. Copa do Mundo 2026 Quem o Brasil pode enfrentar no mata-mata? Read → Isto porque, contra a Escócia, quando Rayan foi titular desde o primeiro minuto, o Brasil conquistou seu melhor desempenho nesta Copa do Mundo: vitória por 3 a 0, com defesa e ataque sólidos durante os 90 minutos. Além disso, o atacante do Bournemouth conseguiu cumprir aquilo que Ancelotti pediu na ponta-direita, reforçando a pressão na saída de bola — e até teve chances de marcar. — Ele fez um trabalho completo.
Ofensivo e defensivo. Estou satisfeito com o jogo que ele fez. É jovem, tem maturidade e trabalha muito. Ninguém sabe o nível em que ele pode chegar — afirmou o técnico italiano após o confronto Rayan ajudou a potencializar desempenho de Vini Jr. contra a Escócia Rayan e Raphinha têm características diferentes.
Enquanto o camisa 11 se destaca pela explosão e velocidade em atacar espaços, o atacante do Bournemouth pode conduzir mais a bola e até atuar centralizado como um meia. O blaugrana, que iniciou a Copa do Mundo também centralizado, não rendeu aquilo que se esperava diante de Marrocos. Já Rayan, que teve de entrar no início do primeiro tempo contra o Haiti, se consolidou na partida diante da Escócia. É da sua pressão sobre o adversário que surge o primeiro gol do Brasil, logo nos primeiros minutos de jogo.
Depois, em boas conexões com Bruno Guimarães, teve duas chances de ampliar o marcador. Diferentemente de Raphinha, o posicionamento de Rayan permite que a Seleção extraia o melhor de Vini Jr. Em campo, o camisa 26 cai pela direita, mas próximo ao meio-campo. Vini, por outro lado, pode explorar tanto a lateral-esquerda quando o centro da área — como no ocorreu nos dois gols que marcou diante da Escócia.
Com Raphinha em campo, os dois precisam dividir o espaço central. Por vezes, como ocorreu na estreia diante de Marrocos, esse espaço fica sem ninguém, já que os dois precisam cumpri