A seleção argentina enfrenta a Suíça neste sábado (11), às 22h (de Brasília), em partida válida pelas quartas de final da Copa do Mundo. Após a virada épica contra o Egito , os comandados de Lionel Scaloni agora tentam ter um duelo um pouco mais tranquilo, antes de encarar uma possível semifinal contra Inglaterra ou Noruega, que se enfrentam no mesmo dia, mais cedo. O duelo contra o Egito foi bastante cansativo para os atletas de Scaloni, que precisaram dar volta em um placar que era favorável aos africanos, que iam vencendo por 2 a 0. Com gols de Cristian Romero, Lionel Messi e Enzo Fernández, os atletas da Argentina conseguiram o triunfo por 3 a 2.
No entanto, esse duelo não foi o único que deu cansaço aos atletas da seleção argentina. Na fase de 1/16 avos de final, os hermanos sofreram para vencer Cabo Verde. Na prorrogação, conseguiram o resultado positivo também por 3 a 2, com gols de Messi, Lisandro Martinez e Diney Borges, contra. Copa do Mundo 2026 Simulador da Copa do Mundo: Veja possível chaveamento Leia→ Mudança no meio-campo é fundamental para a Argentina Apesar do desgaste físico, a seleção albiceleste vem apresentando uma evolução em alguns aspectos, dentre eles o meio-campo.
Contra o Egito, Scaloni fez mudanças nesse setor do campo , que corresponderam. O treinador tirou Thiago Almada e optou por colocar Leandro Paredes. O meia do Boca Juniors já havia entrado bem contra Cabo Verde e foi titular diante dos egípcios, mostrando todas as suas credenciais. O camisa 5 fez um duelo importantíssimo com a camisa da seleção argentina e foi fundamental para a virada.
Além disso, evitou o que poderia ser o terceiro gol egípcio, quando o duelo estava empatado por 2 a 2. Ao todo, Paredes completou 115 passes, recuperou 11 bolas, finalizou 97% dos seus passes, além de ser o jogador argentino mais participativo no jogo. No entanto, reduzir sua atuação somente a isso é ignorar a verdadeira contribuição. A presença do volante como ponto de equilíbrio da equipe foi essencial para que Enzo Fernández, Rodrigo De Paul e Alexis Mac Allister pudessem aparecer com frequência próximos da área adversária.
Foi dele a responsabilidade de organizar a saída de bola e oferecer uma linha de passe constante aos companheiros. Sem acelerar jogadas desnecessariamente, Paredes deu ritmo ao meio-campo e garantiu que a Argentina tivesse uma referência para recomeçar as ações. Um trabalho pouco chamativo, mas que permitiu ao restante da equipe jogar com mais liberdade. Isso, porém, não apagou os problemas coletivos.
O Egito continuou encontrando espaços entre as linhas,