A França está nas oitavas de final da Copa do Mundo . Nesta terça-feira (30), os Bleus venceram a Suécia por 3 a 0, em Nova York, confirmaram o favoritismo e carimbaram a vaga para enfrentar o Paraguai, algoz da Alemanha nos pênaltis . O placar, porém, conta apenas parte da história. Durante boa parte do primeiro tempo, a equipe comandada por Graham Potter conseguiu competir, incomodar e executar um plano de jogo coerente.
O problema é que, diante desta França, fazer tudo certo durante alguns minutos raramente é suficiente. Copa do Mundo 2026 Simulador da Copa do Mundo: Veja possível chaveamento Leia→ A seleção sueca dificultou a circulação francesa no início da partida e criou situações interessantes em transição. Mas, quando o talento individual dos homens de frente dos Bleus começou a aparecer, o roteiro mudou completamente. Bastaram alguns encaixes ofensivos para os franceses transformarem um confronto equilibrado em mais uma demonstração de força coletiva — impulsionada por um quarteto ofensivo que hoje parece não ter paralelo no futebol de seleções.
Potter muda o desenho e Suécia consegue competir por 20 minutos Quando a escalação da Suécia foi divulgada, a tendência era imaginar a manutenção da linha de três zagueiros utilizada por Graham Potter em outros momentos da competição. Assim que a bola rolou, no entanto, ficou claro que a proposta era diferente. A equipe se organizou em um 4-4-2 compacto. Gabriel Gudmundsson ocupou a lateral esquerda, enquanto Elliot Stroud passou a atuar alguns metros à frente, compondo a linha de meio-campo.
Durante cerca de 20 minutos, o plano funcionou. A linha de quatro do meio se comportou bem, fechando espaços entrelinhas e dificultando a construção francesa. Sempre que recuperava a bola, a equipe acelerava rapidamente, tentando explorar as costas da defesa adversária antes que ela se reorganizasse. Nesse contexto, Viktor Gyökeres foi fundamental.
O centroavante fez um jogo bastante honesto como principal válvula de escape, sustentando bolas de costas, ganhando duelos físicos e oferecendo profundidade quando a equipe conseguia esticar as jogadas. Ao seu lado, Alexander Isak deu mobilidade ao ataque, enquanto Anthony Elanga , atuando como meia pela direita, trouxe velocidade para as transições e ajudou a executar a ideia de Potter de atacar justamente nos erros franceses. Não foi uma atuação brilhante, mas foi competitiva. A Suécia mostrou coragem para modificar sua estrutura diante de um adversário muito superior tecnicamente e, por um bom período, conseguiu equilibrar as ações.
O problema é que, contra equipes comu