A Copa do Mundo 2026 adicionou um capítulo importante para a discussão do maior jogador da história do futebol . Dentro e fora do Brasil, o debate Pelé x Messi ganhou novas camadas, após a grande exibição de Lionel Messi no Mundial , mesmo aos 39 anos, apesar da atuação apagada na final que terminou em vice. O craque argentino foi destaque da Copa, com oito gols marcados e quatro assistências. Dessa forma, Messi se tornou o maior assistente da história da Copa do Mundo e o segundo principal goleador do torneio , atrás apenas de Kylian Mbappé .
Além disso, o camisa 10 igualou o brasileiro Cafu como o único a disputar três decisões de Mundial. Messi e Mbappé reescrevem os números da Copa do Mundo, mas a prateleira de Pelé continua intocável Leia → — Em primeiro lugar, nunca é um caso de colocar um contra o outro, é um caso de reverenciar os dois. A gente está vivendo na casa que Pelé construiu. Se eu tenho que escolher um jogador, que vai jogar pela minha vida, é Pelé.
As conquistas de Messi até os 39 anos são sensacionais também. Eu acho que dá pra ter essa conversa, não é um sacrilégio — começou por dizer. Argumentos para a disputa de Messi x Pelé A batalha pelo posto de maior de todos os tempos voltou a ser debate durante a Copa e diversos argumentos podem permear a “eleição”. Um deles é a longevidade.
Mesmo que em épocas e contextos completamente diferentes, Tim Vickery deixou claro que esperava mais alguns anos de Pelé. — É uma pena que Pelé tenha saído de cena tão cedo. Teria sido fascinante vê-lo na Alemanha, em 1974. Porque as condições daquela Copa eram muito mais difíceis para a seleção brasileira. Vimos o Messi em seis Copas com mais frustrações até.
Tem uma que é incrível, que foi em 2022. As outras são frustrantes. Ele chegou em 2022, aos 35 anos, sem gols em mata-mata — refletiu o jornalista. Ao abordar o crescimento tardio de Lionel Messi com a camisa da Argentina , Vickery estabeleceu um divisor na carreira do craque.
Ele separa o sucesso em clubes até certa idade, justamente em um período que Messi sofria diversas críticas por não conseguir erguer taças pelo seu país e chegou até a se retirar da seleção, e o brilho de agora com sua nação, ao vencer duas Copas Américas e o Mundial de 2022. — Tem uma divisão muito clara da carreira de Messi. A maioria da carreira brilhando e ganhando tudo com o Barcelona e, no fim, brilhando com a Argentina. O fato de fazer isso durante 20 anos precisa ser levada em considera&