A campanha dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026 é uma dos grandes destaques do torneio. Sob a gestão de Maurício Pochettino, os anfitrões vem se mostrando um time organizado, competitivo e que chegou ao mata-mata com moral e merecimento. Só que, às vésperas do duelo decisivo contra a Bélgica, pelas oitavas de final, um assunto extra campo ameaça tirar o foco das quatro linhas: o caso envolvendo a revogação da suspensão de Folarin Balogun. O atacante foi expulso na vitória por 2 a 0 sobre a Bósnia, na fase de 16 avos, e, a princípio, ficaria fora das oitavas, cumprindo a suspensão automática, como manda a regra.
A Fifa, porém, voltou atrás e anulou o cartão vermelho após revisão do Comitê Disciplinar. Na prática, Balogun está liberado para jogar contra os belgas nesta segunda-feira (06), às 21h (horário de Brasília). Os 4 erros do Brasil na vexatória eliminação para a Noruega na Copa do Mundo Leia → O problema é que a decisão não foi meramente esportiva, como deixou claro o presidente dos EUA, Donald Trump , nessa terça-feira. O mandatário admitiu ter pedido à Fifa para que a punição a Balogun, o principal atleta do país na competição até aqui, fosse revista.
Trump ainda questionou o ‘histórico’ do árbitro brasileiro Raphael Claus, árbitro brasileiro que integra o quadro da Fifa desde 2015 e que apresentou o cartão vermelho a Balogun. “Eram dois grandes atletas que se enroscaram, e esse árbitro, que é um pouco suspeito, se você verificar o histórico dele… Não quero dizer isso porque não gosto de criar controvérsia, mas é muito suspeito. Se quiser, posso mostrar o histórico dele. Ele tomou uma decisão que ninguém conseguiu acreditar – afirmou, sem dar mais explicações. O caso envolvendo Balogoun gerou grande debate. conntestação de adversários e colocou a seleção americana no meio de um problema que não existia até então.
Agora, diante da Bélgica, os Estados Unidos têm de lidar com uma pressão extra em um duelo no qual tem a chance de igualar sua campanha de 2002 e voltar às quartas de final da Copa do Mundo, ficando mais perto de alcançar sua melhor participação desde a histórica edição de 1930. Foco dos EUA em campo está ameaçado? Dentro das quatro linhas, os Estados Unidos vêm fazendo o dever de casa. A equipe mostrou evolução ao longo da fase de grupos, com um futebol intenso, bem encaixado e competitivo.
O time chega ao mata-mata com a